Minha impressão mais profunda ao ler o Pequeno Príncipe no fim da adolescência foi de muito amor, não qualquer amor ou um amor específico, mas um amor muito grande pela humanidade. A humanidade concreta, não a ideia 'humanidade'. Existiram outras impressões menos profundas, menos claras, outras bem sentimentais. Aliás sentimentalismo é a palavra que eu buscava, tornei-me sentimental demais nos períodos de leitura, sentimental até com o próprio livro, com a raposinha, com a rosa. Complicado isso.
Lembro de sentir uma reviravolta na minha vida interior: uma tristeza muito grande, uma melancolia profunda, todas essas coisas lindas e maravilhosas que moralizam de dentro, que ensinam e forma, que aquecem o coração, com esperança ou com lágrimas. Lembro de ser reeducado para o sofrimento, para a dor, a aprender a amar o amor.
O "essencial é invisível aos olhos" foi o que mais me tocou, porém, mais até que toda a ideia do 'cativo' envolvendo o pequeno príncipe e a raposinha. Não se trata de credulidade, ou de metafísica, mas de uma valorização dos sentimentos como poucos puderam defender de forma mais simples. Nem Goethe.
Lembro de sentir uma reviravolta na minha vida interior: uma tristeza muito grande, uma melancolia profunda, todas essas coisas lindas e maravilhosas que moralizam de dentro, que ensinam e forma, que aquecem o coração, com esperança ou com lágrimas. Lembro de ser reeducado para o sofrimento, para a dor, a aprender a amar o amor.
O "essencial é invisível aos olhos" foi o que mais me tocou, porém, mais até que toda a ideia do 'cativo' envolvendo o pequeno príncipe e a raposinha. Não se trata de credulidade, ou de metafísica, mas de uma valorização dos sentimentos como poucos puderam defender de forma mais simples. Nem Goethe.
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