Saber que nosso amor durou tão pouco tempo e nos pareceu uma eternidade, reconhecer que fomos tão ludibriados pelo coração, que sofremos tanto por conta de um sentimento que jamais deveria 'vir-a-ser'? O amor é uma coisa incompreensível, jamais abstraído e sempre presente em uma variedade de níveis. Por que explicar isso? Para quê?
Eu só queria me lembrar de como era me sentir tão elevado, tão acima do mundo e suas pequenezes, contar com aquele sorriso sério, com as palavras boas da minha alma. Porque você era minha alma, compartilhava dos meus segredos, bebia da mesma fonte da vida, eramos um. Ou assim cria eu. Acreditava na unidade dos nossos instintos, na força das mãos que se apertavam, dos lábios que se tocavam. Você me enganou por dentro antes de me enganar por fora, desviou o fado.
É duro relembrar coisas tristes, mastigar e ruminar os sentimentos destruídos, os cacos do amor, da amizade. Mas o fato é que não houve nada quebrado, porque não havia o que quebrar. Você quebrou minhas esperanças mas continuou intacta. Como? Você não doou nada, não se entregou, nem via e sentia como eu via e sentia. Você foi um furacão silencioso, um anjo na minha vida, um anjo caído que me levou a sanidade, parte da vida e estilhaçou meu coração. Mas isso você só fez porque eu me ofereci inteiro a você, julgando, pobre diabo!, que você faria o mesmo por mim.
Mas você não doou nada, e nem posso dizer que foi por uma falta minha, ou porque você foi fria. Não! Você não doou nada porque não havia o que doar. Você sorria e amava de um jeito caloroso, mas era apenas o lado de fora, era só gratidão e afeição, você não tinha o que amar, simplesmente. Você nem sabia amar! Nem sei se já sabe!
Eu só queria me lembrar de como era me sentir tão elevado, tão acima do mundo e suas pequenezes, contar com aquele sorriso sério, com as palavras boas da minha alma. Porque você era minha alma, compartilhava dos meus segredos, bebia da mesma fonte da vida, eramos um. Ou assim cria eu. Acreditava na unidade dos nossos instintos, na força das mãos que se apertavam, dos lábios que se tocavam. Você me enganou por dentro antes de me enganar por fora, desviou o fado.
É duro relembrar coisas tristes, mastigar e ruminar os sentimentos destruídos, os cacos do amor, da amizade. Mas o fato é que não houve nada quebrado, porque não havia o que quebrar. Você quebrou minhas esperanças mas continuou intacta. Como? Você não doou nada, não se entregou, nem via e sentia como eu via e sentia. Você foi um furacão silencioso, um anjo na minha vida, um anjo caído que me levou a sanidade, parte da vida e estilhaçou meu coração. Mas isso você só fez porque eu me ofereci inteiro a você, julgando, pobre diabo!, que você faria o mesmo por mim.
Mas você não doou nada, e nem posso dizer que foi por uma falta minha, ou porque você foi fria. Não! Você não doou nada porque não havia o que doar. Você sorria e amava de um jeito caloroso, mas era apenas o lado de fora, era só gratidão e afeição, você não tinha o que amar, simplesmente. Você nem sabia amar! Nem sei se já sabe!
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